Advogado especialista pensão por morte

Advogado especialista pensão por morte

advogado especialista pensao por morte

advogado especialista pensão por morte – saiba como esse profissional pode garantir que os beneficiários mantenham a sua renda

A perda de um familiar traz um momento de grande dor e reorganização para toda a família. Além do abalo emocional, a ausência de quem ajudava ou mantinha a renda da casa gera uma preocupação imediata sobre a manutenção do lar e o pagamento das despesas do dia a dia.

A pensão por morte do INSS existe justamente para garantir a proteção econômica dos dependentes. No entanto, desde a Reforma da Previdência, as regras de concessão e a fórmula de cálculo do benefício ficaram mais complexas, fazendo com que o valor concedido pelo governo muitas vezes venha abaixo do esperado ou tenha o pedido negado injustamente por falhas na documentação.

No SGA Advogados, orientamos os segurados a defenderem seus direitos de forma clara e acessível. Neste artigo, explicamos como a atuação de um advogado especialista pensao por morte ajuda a organizar os papéis, fazer o cálculo correto e buscar revisões de benefícios no INSS.

Como funciona o cálculo da pensão por morte após a Reforma?

Uma das maiores dúvidas de quem busca o benefício é entender quanto vai receber por mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional nº 103/2019, a regra de cálculo mudou e passou a ser dividida em cotas familiares:

  1. Cota Base: O valor parte de 50% da aposentadoria que o falecido recebia (ou da aposentadoria por incapacidade a que teria direito se estivesse aposentado na data do óbito);

  2. Cotas por Dependentes: Adiciona-se 10% para cada dependente cadastrado (cônjuge, filhos menores de 21 anos ou dependentes com deficiência), até atingir o limite de 100%.

Exemplo Prático: Se o falecido deixou apenas a esposa como dependente, a cota total será de 60% (50% base + 10% da cota do cônjuge). Por isso, entender as exceções da lei é fundamental para garantir o valor justo.

Onde o especialista atua para proteger o valor do seu benefício?

Um advogado especialista pensao por morte analisa todo o histórico de trabalho do falecido para verificar se o INSS aplicou a melhor regra possível:

1. Direito Adquirido e Regras Antigas

Se o falecido já tinha reunido os requisitos para se aposentar antes de novembro de 2019 (data da Reforma da Previdência), a pensão por morte pode ser calculada com base na regra antiga, que costuma ser muito mais vantajosa para a família.

2. Dependentes com Invalidez ou Deficiência (Cota de 100%)

A legislação traz uma importante proteção: se houver dependente com deficiência grave, intelectual, mental ou inválido (seja filho, irmão ou cônjuge), a pensão por morte é paga no valor de 100% da aposentadoria, sem o corte das cotas reduzidas de 50% ou 60%.

3. Soma de Trabalhos Simultâneos

Se o falecido mantinha dois empregos de carteira assinada ao mesmo tempo ou pagava o INSS como autônomo enquanto trabalhava em uma empresa, é preciso conferir se o governo somou esses recolhimentos. Se o INSS deixar algum vínculo de fora, a média do benefício cai.

O que aconteceu no histórico do falecidoComo o INSS costuma agirO que o especialista faz
Dependente tem deficiência ou invalidezAplica a cota reduzida (ex: 60%).Exige o pagamento integral da cota de 100%.
Trabalhou em atividade insalubre/riscoCalcula como tempo comum.Converte o tempo especial para aumentar a média salarial.
Teve mais de um emprego no mesmo mêsPode ignorar a renda secundária.Pede a soma das contribuições simultâneas do falecido.
 

Acúmulo de benefícios: é possível receber pensão e aposentadoria?

Sim, é permitido acumular a pensão por morte com a sua própria aposentadoria do INSS ou do serviço público.

Contudo, a lei atual estabeleceu um redutor sobre o benefício de menor valor. Você continuará recebendo 100% do benefício mais alto e uma porcentagem (que varia de 10% a 80%) do benefício de menor valor. Um planejamento bem feito ajuda a entender como essa regra afeta o seu orçamento antes de dar entrada nos requerimentos.

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Documentos importantes para pedir a pensão por morte

Para evitar atrasos e negativas no Meu INSS, organize a seguinte documentação:

  • Certidão de Óbito do segurado;

  • Documentos pessoais do falecido e dos dependentes (RG, CPF e comprovante de residência);

  • Carteiras de trabalho (CTPS), carnes do INSS ou extrato de contribuições do falecido;

  • Certidão de Casamento ou provas de União Estável (como contas no mesmo nome, conta bancária conjunta ou certidão dos filhos);

  • Laudos médicos e exames (caso o dependente possua alguma incapacidade ou deficiência).

  • PPPs, para o caso de aposentadorias especiais
  • Neste artigo você vai entender melhor para que serve o CNIS.

Conclusão: O INSS pode errar o cálculo

advogado especialista pensao por morte

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Contar com o auxílio de um advogado especialista pensao por morte garante que todas as etapas do pedido sejam cumpridas com clareza e sem surpresas, pois o simulador do INSS não faz o cálculo correto. O benefício existe para amparar a sua família e garantir o sustento da casa após a perda de quem você ama. Reúna os documentos com calma, tire suas dúvidas e busque a orientação profissional correta para exigir do INSS tudo o que a legislação assegura ao seu lar. É seu direito.

PRECISA DE AJUDA PARA DAR ENTRADA NA PENSÃO POR MORTE OU QUER RECONFERIR O CÁLCULO DO SEU BENEFÍCIO? FALE COM A EQUIPE DO SGA ADVOGADOS E TIRE SUAS DÚVIDAS

FAQ: Perguntas Rápidas sobre Pensão por Morte

1. O valor da pensão por morte pode ser recalculado se o falecido trabalhou em ambiente insalubre?

Sim. Se o falecido trabalhou exposto a agentes nocivos e a atividade especial não foi reconhecida na época pelo INSS, os dependentes podem pedir a conversão desse período em tempo comum. Isso ajuda a subir a média dos salários de contribuição e pode aumentar o valor mensal da pensão paga à família.

2. O que acontece com a pensão quando o filho completa 21 anos?

Pelas regras atuais da Previdência, quando o filho atinge 21 anos, a cota individual de 10% dele é encerrada e não passa para a mãe ou para os irmãos. O valor total da pensão diminui um pouco, a menos que esse filho seja uma pessoa com deficiência ou invalidez comprovada, situação em que o benefício continua sendo pago normalmente.

3. Quem recebe pensão por morte do INSS precisa pagar Imposto de Renda?

Depende do valor. A pensão por morte segue a mesma tabela do Imposto de Renda aplicada a outros benefícios. Se a pessoa que recebe a pensão tiver alguma doença grave prevista na legislação (como câncer ou problemas cardíacos graves), ela pode solicitar a isenção do imposto e a devolução dos valores descontados nos últimos 5 anos.

4. O INSS pode cortar a pensão por morte se eu me aposentar?

Não pode cortar. Você continuará recebendo os dois benefícios, mas o INSS aplicará a regra de acúmulo: o benefício de maior valor é pago integralmente, e o benefício de menor valor sofre um desconto escalonado previsto em lei.

5. Qual o prazo para pedir a revisão de uma pensão por morte liberada com valor errado?

O prazo geral para pedir a revisão do cálculo no INSS ou na Justiça é de 10 anos, contados a partir do primeiro dia do mês seguinte ao recebimento do primeiro pagamento. Quanto antes você fizer a análise dos papéis, mais cedo corrige o benefício.